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sábado, 9 de abril de 2011

HONRAR AOS PAIS



Os primeiros mandamentos, claramente,
Mostram quem é Deus e como adorá-lo,
Que é dever do homem, reverentemente,
Sempre honrá-lo, repeitá-lo e amá-lo.

Em seguida bem indicam os mandamentos
Como devem ser as nossas atitudes,
Nossos sentimentos, nossos pensamentos,
Sempre permeados de toda virtude,

No contato com os nossos semelhantes,
Que precisam com respeito ser tratados.
Nossos pais são divinos representantes,
E merecem sempre em tudo ser honrados.

E se alguém não cuida nem dos seus parentes,
E os da sua própria casa, especialmente,
Nega a fé e é pior do que um descrente,
Não demonstra ser a Deus obediente.

Gilberto Celeti

"Respeite o seu pai e a sua mãe" (Êxodo 20.12).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

TRATAR DEUS COM RESPEITO


Deus precisa ser tratado com respeito,
E o Seu nome ser falado com cuidado,
Pronunciar Seu nome em vão não é direito,
Quem o faz haverá de ser castigado.

Grande erro é chamar-lhe de Senhor
E não dar-lhe a devida obediência,
Ou então chamá-lo de Meu Pai de Amor,
Mas sem confiança em Sua onipotência.

E há um dia na semana a ser guardado
Como um dia de descanso, especial,
É um dia para o Senhor dedicado,
Dia de alegria e enlevo espiritual.

É um dia para ser comemorado,
Não o compromisso de uma tradição;
Para o homem o sábado foi preparado
Pra ser bênção não pra ser uma maldição.

Gilberto Celeti

"Não use o meu nome sem o respeito que ele merece; pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês, e castigo aqueles que desrespeitam o meu nome. Guarde o sábado, que é um dia santo. Faça todo o seu trabalho durante seis dias da semana; mas o sétimo dia da semana é o dia de descanso, dedicado a mim, o Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem os seus filhos, nem as suas filhas, nem os seus escravos, nem as suas escravas, nem os sues animais, nem os estrangeiros que vivem na terra de vocês. Em seis dias eu, o Senhor, fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. Foi por isso que eu, o Senhor, abençoei o sábado e o separei para ser um dia santo" (Êxodo 20.7-11).

segunda-feira, 28 de março de 2011

MALDIÇÃO OU BÊNÇÃO NA FAMÍLIA?


Muitas vezes passa desapercebido
Que os filhos sofrem sérias consequências,
Por pecados que já foram cometidos
Por seus pais e que com toda virulência,

Manifestam-se de formas variadas,
Em alguns casos vem até fisicamente
Com doenças que no feto são formadas
Outras vezes aparecem socialmente,

Por tristeza na família vivenciada,
Pois o vício, a jogatina e a bebida,
Deixam a família desestruturada.
Outra vezes a família dá guarida

A um modo de agir pernicioso
Sendo um mau exemplo para ser seguido;
E os conflitos que acontecem, dolorosos,
Fazem com que traumas sejam adquiridos.

Gilberto Celeti

"Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o Senhor, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os seus bisnetos e trinetos. Porém sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações" (Êxodo 20.5,6).

domingo, 13 de março de 2011

ADORAÇÃO SÓ A DEUS


Amar outros deuses fica proibido,
Pois demonstra uma total ignorância,
Outro deus nunca jamais há existido,
Muito embora hajam nomes em abundância,

Que o lugar de Deus, de fato, têm usurpado.
Deuses há formados na imaginação,
Que se encontram pelo homem entronizados,
E recebem uma total veneração.

Deus exige uma adoração exclusiva,
Jamais ajudada por um visual;
Adoração verdadeira e muita viva,
Uma atividade que é espiritual.

Não adoração de lábios para fora,
Estando Deus ausente lá no coração;
Mas é ter a consciência a cada hora,
Que é preciso ter com Deus sã comunhão;

E dos atributos Seus fazer estudo,
Ele o Soberano sobre toda história;
DEle, para Ele e por Ele é tudo,
Deus merece sempre toda a honra e glória.

Gilberto Celeti

"Não adore outros deuses, adore somente a mim. Não faça imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra" (Êxodo 20.3,4).

quarta-feira, 9 de março de 2011

40 ANOS DO DESERTO


Segue o povo com provas tão evidentes
Do poder e amor de Deus, bem grandiosos,
Mas se tornam muito rápido, descrentes,
Com saudades do Egito e medrosos.

Exceção a regra, Josué e Calebe,
Que demonstram em Deus sua plena confiança;
E o povo ingrato não se apercebe
Que deixou escapar a bem-aventurança.

Por quarenta anos vão peregrinando,
E se forma assim uma nova geração;
No deserto vão os mortos sepultando,
Antes de chegarem à margem do Jordão.

E Moisés despede-se com os seus discurso
Recordando toda a longa caminhada,
Preparando o povo pra um novo percurso,
Pois na Canaã, enfim, teriam entrada.

Não estaria mais com ele o comando,
Josué, por Deus, tinha sido escolhido,
Para ir adiante ao povo liderando,
Que o povo a Deus e a ele desse ouvido.

O importante era que Deus tinha aliança
Com Israel, um povo totalmente amado;
Só por isto podiam ter esperança,
De chegar ao local tanto desejado.

Deus os levaria com Sua forte mão;
Precisavam honrar a Deus com reverência,
E amá-lo com todo o seu coração,
E a maior prova do amor? A obediência!

Deus mostrou Sua vontade e pensamentos;
Israel teve isto mui bem revelado,
E por isto recebeu os mandamentos,
Para serem no coração, bem guardados.

Gilberto Celeti

segunda-feira, 7 de março de 2011

ISRAEL VIU O PODER DE DEUS


Israel viu o grande poder de Deus
E temendo pôs nEle a confiança;
Mas o Faraó e os conselheiros seus,
Tiveram em seu intento uma mudança.

“Não vamos perder a mão de obra escrava
Voltem todos, voltem já para o Egito!”
E um exército depressa alinhavam
Para a busca de Israel, povo proscrito.

Israel cercado por água e montanhas
E sendo pelo Egito atacado,
Vê crescer na alma incerteza tamanha
E se mostra todo aterrorizado.

Mas o modo de Israel ser libertado,
Nunca mais foi pelo povo esquecido,
Um caminho em meio ao mar foi separado
E passou o povo ileso, comovido.

O Egito, seus carros e cavaleiros,
No Mar Vermelho foram todos sucumbidos,
E Israel louvou de modo altaneiro
Ao Senhor, pelo inimigo ali vencido.

Da escravidão do Egito libertado
Segue o povo rumo à Terra prometida;
Deus vai demonstrando ao povo o seu cuidado,
As necessidades todas são supridas.

E no monte Sinai, estando acampados,
Uma lei moral ao povo é concedida,
O divino pacto é renovado,
Com Israel, nação ali constituída.

Um sistema foi por Deus bem planejado
Pra sanar problemas com a lei não cumprida;
Todo um sacerdócio foi então formado,
E uma construção teve que ser erguida.

Deus no meio do seu povo acampado,
Mas passagem, à Sua presença é proibida
Deus é santo e só com o pecado tirado,
A chegada à Sua presença é permitida.

Gilberto Celeti

FINALMENTE LIBERTADO


Pelo Eu Sou devidamente enviado,
Vai Moisés com um cajado em sua mão;
E encontra-se com Arão, o seu irmão,
O parceiro que por Deus foi nomeado.

Se apresentam a Faraó com ousadia,
Exigindo de Israel a libertação
De tão dura e cruel escravidão.
Mas o rei os vê com extrema antipatia.

Em nome de Deus, Moisés faz seu pedido,
Demonstrando, com sinais, o Seu poder;
E as pragas sobre o Egito faz descer.
Mas o rei com o coração endurecido,

Não permite à Israel sua saída;
Mal sabe ele que assim, está provando,
Que é o Deus Eterno que tem o comando.
E a grandeza do Egito é sacudida.

Foi a décima praga então anunciada:
Morreriam os promogênitos do Egito,
Se ouviria em toda terra um triste grito,
Mas a casa de Israel seria poupada.

Israel devia estar bem preparado,
Com um cordeiro para ser sacrificado,
Cujo sangue deveria ser passado
Sobre as portas, ficando este lar marcado.

Este sangue é que traria a proteção;
Era um substituto este cordeiro,
E anunciava de modo alvissareiro,
Que chegara a salvação, a redenção.

Faraó completamente aniquilado,
Permitiu então que o povo fosse embora.
No Egito o povo todo sofre e chora.
Israel é finalmente libertado.

Este dia será sempre recordado.
É dia de festa. É dia da saída.
Dia de sempre, com a alma agradecida,
Fazer o nome de Deus ser exaltado!

Gilberto Celeti

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O PREPARO DE UM LIBERTADOR


Numa desesperadora escravidão
Em que estavam totalmente mergulhados,
Os israelitas, tão amargurados,
Sem qualquer prazer é que comiam o pão.

O trabalho que faziam era pesado,
E debaixo do furor do inimigo,
Que aplicava sem piedade o castigo,
E ansiava ver o povo eliminado.

O desejo de ter um libertador
Era o mais forte em cada consciência,
E Deus já havia tomado providência,
E ao povo mostraria o seu favor.

A ação de Deus é muito surpreendente,
E se desenrola com serenidade;
Nasce um menino e sem muito alarde,
Deus se mostra entre seu povo bem presente.

O menino tem a formação completa,
Para o desempenho de sua missão,
De ser o libertador de uma nação;
Com sabedoria é Deus tudo arquiteta.

Pelos pais primeiramente escondido,
E depois sobre um cestinho colocado,
Que devidamente sendo betumado,
Sobre as águas do Rio Nilo é estendido.

Os meninos no rio encontravam a morte,
Faraó assim já tinha decretado;
Mas Moisés, lá no cestinho, bem guardado
Haveria de encontrar uma outra sorte.

Pela filha de Faraó sendo encontrado,
Foi entregue à própria mãe pra ser criado;
E depois, crescido e já amamentado,
Foi por filho da princesa adotado.

Educado foi pra ser um Faraó,
Mas quando bem pequenino a influência
De seus pais lhe deram plena consciência
Do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.

Tendo a pompa do Egito recusado,
Quis servir ao seu povo tão humilhado,
E acabou agindo um tanto desastrado
Tendo a um egípcio então, matado.

Tornou-se, então, Moisés um fugitivo
Para a “escola” do deserto foi levado,
Para aprender que só com o Deus vivo
É que o povo enfim seria libertado.

Não seria conforme a sua vontade,
Mas de Deus seria toda a intervenção,
E através da sarça que no fogo arde,
Sem que queime, Deus lhe faz convocação:

“Vá agora tirar o meu povo do Egito!”
E Moisés tinha desculpas arranjadas
E dizia não cumprir os requisitos,
E achava que não poderia nada.

Deus agora tinha um homem com humildade
Que seria seu precioso instrumento;
Deus daria a Moisés capacidade
E Moisés por fim aceitou seu chamamento.

Gilberto Celeti

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ÁGUAS AMARGAS TORNAM-SE DOCES


No deserto por uns dia caminhando,
E a água pra beber não encontrando,
Fez com que os lábios fossem murmurando.

E por fim, quando a água foi achada,
Era amarga, impossível ser tomada,
E a alma ficou mais amargurada.

Só por Deus pode isto ser solucionado:
Um pedaço de madeira foi mostrado,
E que sobre a água amarga foi lançado.

Esta água ficou boa, de repente,
Acalmando todo o povo impaciente,
Saciando a sede, deixando contente.

O problema não é a situação que é dura,
Mas ter no coração tanta amargura,
E fazer na ingratidão sua estrutura.

Só com a cruz de Cristo identificado,
Haverá nos lábios louvor pra ser dado,
Mesmo no momento mais atribulado.

Gilberto Celeti

"E o Senhor lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces" (Êxodo 15.25).